===== TESE DA EXTENSIONALIDADE ===== (in [[lexico:t:thesis|thesis]] of extensionality; fr. Thèse d’extensionalité; it. Tesi della estensionalita). Assim foi chamada por [[lexico:r:russell|Russell]] ([[lexico:p:principia-mathematica|Principia Mathematica]], I2, XIV, pp. 659 ss.) e por Carnap (Logische Syntax der Sprache, 1937, § 67, trad. in., pp. 245 ss.) a [[lexico:t:tese|tese]] segundo a qual "para cada [[lexico:s:sistema|sistema]] [[lexico:n:nao|não]] ex-tensional há um sistema [[lexico:e:extensional|extensional]] no qual o primeiro pode [[lexico:s:ser|ser]] traduzido". Como os enunciados intensionais mais importantes são os [[lexico:m:modais|modais]], a tese em [[lexico:q:questao|questão]] afirma a tradutibilidade dos enunciados modais em enunciados não-modais. P. ex., os enunciados "A é [[lexico:p:possivel|possível]]", "A = não A é [[lexico:i:impossivel|impossível]]", "A ou não A é [[lexico:n:necessario|necessário]]", "A é [[lexico:c:contingente|contingente]]" equivaleriam respectivamente aos seguintes enunciados: "’A’ não é contraditório", "’A = não A’ é contraditório", "’A ou não A’ é [[lexico:a:analitico|analítico]]", "’A’ é [[lexico:s:sintetico|sintético]]" (Logische Syntax der Sprache, § 69; trad. in., pp. 250 ss.) O [[lexico:p:proprio|próprio]] Carnap, todavia, apresentava a tese da E. como [[lexico:s:simples|simples]] [[lexico:s:suposicao|suposição]], embora plausível, e a exprimia paradoxalmente, com um [[lexico:e:enunciado|enunciado]] [[lexico:m:modal|modal]]: "Uma [[lexico:l:linguagem|linguagem]] [[lexico:u:universal|universal]] da [[lexico:c:ciencia|ciência]] pode ser extensional (Ibid., § 67; trad. in., p. 245). Mesmo depois Carnap não se pronunciou sobre a [[lexico:v:validade|validade]] da tese (Meaning and Necessity, 1957, § 32).