===== SIMONE WEIL ===== [[lexico:w:weil|Weil]] (Simone), escritora e filósofa francesa (Paris 1909 — Londres 1943). Teve por professores Le Senne e [[lexico:a:alain|Alain]]. Entrando para a [[lexico:e:escola|escola]] [[lexico:n:normal|normal]] [[lexico:s:superior|superior]] (1928), é "agregée" de [[lexico:f:filosofia|Filosofia]] em 1931. Ensina, até 1938, em diferentes liceus da província. Em 1934-1935 trabalha como operária nas indústrias Renault; combate em 1936 ao lado dos republicanos espanhóis e volta em 1942 à França livre. Sua notoriedade de escritora começa após sua [[lexico:m:morte|morte]]. Vários livros reúnem seus artigos, trabalhos, manuscritos e diários íntimos: O [[lexico:p:peso|peso]] e a [[lexico:g:graca|graça]] (1947), O [[lexico:c:conhecimento|conhecimento]] [[lexico:s:sobrenatural|sobrenatural]] (1949), O enraizamento (1950), Carta a um [[lexico:r:religioso|religioso]] (1951), A [[lexico:c:condicao|condição]] operária (1951), A [[lexico:f:fonte|fonte]] grega (1953). Seu [[lexico:m:misticismo|misticismo]] cristão penetra em seu [[lexico:e:engajamento|engajamento]] no [[lexico:m:mundo|mundo]]. Sua [[lexico:o:obra|obra]], que se faz [[lexico:e:eco|Eco]] de todos os transtornos da [[lexico:g:guerra|guerra]], das desgraças da [[lexico:h:humanidade|humanidade]] trabalhadora fe da condição operária, é uma apaixonada busca da [[lexico:j:justica|justiça]] [[lexico:s:social|social]] e da [[lexico:s:salvacao|salvação]] do [[lexico:i:individuo|indivíduo]], expressa através de um [[lexico:e:estilo|estilo]] [[lexico:p:puro|puro]] e luminoso ao serviço de uma [[lexico:r:reflexao|reflexão]] rigorosa e enérgica.