===== GESCHÄFT DES PHILOSOPHEN ===== No original [[lexico:g:geschaft-des-philosophen|Geschäft des Philosophen]]. Ao pé da letra “negócio do [[lexico:f:filosofo|filósofo]]”, porém, aqui, “negócio” no [[lexico:s:sentido|sentido]] de [[lexico:a:atividade|atividade]]. Portanto, [[lexico:n:nao|não]] deve [[lexico:s:ser|ser]] um “negócio” confundido com o [[lexico:t:trabalho|trabalho]] do [[lexico:s:sofista|sofista]], efetuado visando à obtenção de ganho. Em [[lexico:r:realidade|realidade]], devemos [[lexico:t:ter|ter]] em [[lexico:m:mente|mente]] que [[lexico:s:schopenhauer|Schopenhauer]], a [[lexico:p:principio|princípio]], por [[lexico:d:desejo|desejo]] do pai, estudou para seguir a carreira comercial e só após a [[lexico:m:morte|morte]] do genitor é que se dedica à [[lexico:f:filosofia|Filosofia]]. Como herança dessa [[lexico:f:formacao|formação]] abundam em seus textos belas e secas metáforas econômicas. [SCHOPENHAUER, Arthur. O mundo como vontade e como representação. Primeiro Tomo. Tr. Jair Barboza. São Paulo: Editora UNESP, 2005, p. 486]