===== FILOSOFIA CHINESA ===== [[lexico:c:confucio|Confúcio]] foi o primeiro (551 — 479 a.C.) a dar à [[lexico:r:religiao|religião]] tradicional da China uma formulação filosófica. Sistematizou seus [[lexico:p:principios|princípios]], desenvolveu a partir dela uma [[lexico:m:moral|moral]] do [[lexico:e:esforco|esforço]], cujo [[lexico:i:ideal|ideal]] é o do [[lexico:h:homem|homem]] [[lexico:s:superior|superior]], o kiun-tseu. Através de seu [[lexico:d:desenvolvimento|desenvolvimento]], a [[lexico:f:filosofia-chinesa|filosofia chinesa]] permaneceu uma [[lexico:r:reflexao|reflexão]] sobre a [[lexico:t:tradicao|tradição]] [[lexico:s:social|social]] e religiosa. Distingue-se o [[lexico:c:confucionismo|confucionismo]], do qual os dois maiores representantes foram Mong-tseu ([[lexico:f:filosofo|filósofo]] otimista) e Siun-tseu (filósofo pessimista), e a [[lexico:e:escola|escola]] de Mo-ti (500 — 416 a.C), cujo [[lexico:h:humanismo|humanismo]] é [[lexico:b:bem|Bem]] mais rico. O taoísmo congrega quase todas as escolas da Idade Média: era uma [[lexico:m:mistura|mistura]] de [[lexico:m:misticismo|misticismo]], ritualismo e moral confucionista. Os lógicos chineses se agrupam sob o estandarte da "escola dos nomes", enquanto os filósofos sociais se reúnem sob o da "escola das leis". A [[lexico:f:filosofia|Filosofia]] chinesa tem-se apresentado até ao presente como um humanismo bastante [[lexico:p:profundo|profundo]] e conservador, no qual a [[lexico:p:preocupacao|preocupação]] pela [[lexico:o:ordem|ordem]] e pela calma tem prevalecido sobre os valores da [[lexico:c:criacao|criação]].