===== AMOROSO LIMA ===== [[lexico:a:amoroso-lima|Amoroso Lima]], Alceu (1893-1985) ensaísta, professor universitário e pensador brasileiro (nascido no Rio de Janeiro). Formado pela [[lexico:f:faculdade|faculdade]] de Ciências Jurídicas e Sociais do Rio de Janeiro, foi catedrático de introdução á [[lexico:c:ciencia|ciência]] do [[lexico:d:direito|direito]], de [[lexico:e:economia|economia]], de [[lexico:s:sociologia|sociologia]] e de [[lexico:l:literatura|literatura]] em várias escolas superiores do Rio até 1963. Exerceu a [[lexico:c:critica|crítica]] literária em vários jornais, sob o pseudônimo de Tristão de Ataíde. Participou do [[lexico:m:movimento|movimento]] modernista de 1922. Convertido ao catolicismo em 1928. passou a exercer uma forte [[lexico:i:influencia|influência]] no [[lexico:m:meio|meio]] intelectual brasileiro, sobretudo por sua crítica literária e por seus numerosos [[lexico:e:ensaios|Ensaios]] sobre direito, [[lexico:p:pedagogia|pedagogia]], sociologia e a [[lexico:s:situacao|situação]] [[lexico:p:politica|política]] nacional. [[lexico:n:nao|Não]] sendo propriamente um [[lexico:f:filosofo|filósofo]], desenvolveu um [[lexico:p:pensamento|pensamento]] bastante marcado pelos filósofos cristãos preocupados com a defesa de um "[[lexico:h:humanismo|humanismo]] integral". ([[lexico:v:ver|ver]] Jacques Mari-tain). Tornou-se, assim, um líder do catolicismo [[lexico:d:dito|dito]] "progressista" no Brasil. Presidiu o Centro [[lexico:d:dom|dom]] Vital, de 1928 a 1963. Foi membro da [[lexico:a:academia|Academia]] Brasileira de Letras. Seus livros mais importantes são, [[lexico:a:alem|além]] de sua [[lexico:o:obra|obra]] ficcional: Adeus á disponibilidade e outros adeuses (1928), Debates pedagógicos (1932). Pela [[lexico:r:reforma|Reforma]] [[lexico:s:social|social]] (1933), Mitos de nosso [[lexico:t:tempo|tempo]] (1943), Humanismo pedagógico (1944), O [[lexico:t:trabalho|trabalho]] no [[lexico:m:mundo|mundo]] [[lexico:m:moderno|moderno]] (1959) e [[lexico:r:revolucao|Revolução]], [[lexico:r:reacao|reação]] ou reforma (1964). Ver [[lexico:f:filosofia|Filosofia]] no Brasil.